O presidente da Câmara de Cuiabá, vereador Júlio Pinheiro (PTB) concedeu entrevista coletiva na manhã desta segunda-feira (09.04), para se defender de denúncias sobre suposta agressão e ameaças a sua esposa Gisela Carolina Lacerda Pinheiro, na madrugada de sexta-feira (6). Na ocasião, o parlamentar estava embriagado e chegou a ser detido pela Polícia Militar, após supostamente ter ameaçado com um garfo de churrasco sua esposa.
Pinheiro, nega a ameaça e a agressão e culpa o álcool pelo descontrole. Segundo ele, nos últimos dias vem sofrendo grande tensão na Casa de Leis, e por isso interrompeu um tratamento para o consumo de álcool, o qual era submetido.
De acordo com o vereador, diariamente ele toma mais de 10 remédios para vários problemas. É diabetes, pressão, colesterol e ansiedade. Estou ciente que cometi um erro e peço desculpas a minha esposa e aos meus filhos diz.
A assessoria da Casa informou que o vereador prestou esclarecimentos no Cisc Planalto, porém, a esposa não fez nenhuma representação contra ele, e que tal fato comprova que ele não chegou a ser detido.
CPI Apesar de conduta moral já ter refletido na Casa de Leis o que levou até a perda de mandato de vereador, Júlio Pinheiro acredita que o fato ocorrido é apenas problema de cunho 100% familiar, fato esse, que o leva a crer que não será necessária a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para averiguar sua conduta.
No entanto, diz que caso a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara ache necessário abrir uma CPI, ou até mesmo um processo de quebra de decoro parlamentar não verá problemas. Vou pedir à CCJ para fazer um parecer nesse caso, para se posicionar, mas esse é um problema de cunho 100% familiar, finalizou.
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