A cada três anos, o governo federal avaliará o desempenho do atendimento de saúde nos municípios brasileiros. Na primeira avaliação, publicada neste ano, Cuiabá apareceu entre as 10 cidades que receberam as piores notas. A pontuação do Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde (IDSUS) vai de 0 a 10. Cuiabá ficou com 5,55. A nota da capital matogrossense ficou um pouco acima da média nacional, que foi de 5,4.
A realidade de Cuiabá se dissemina por todo o país. De acordo com o IDSUS, apenas 1,9% da população brasileira vive em cidades que receberam nota acima de 7. A cidade que obteve maior nota foi Vitória (ES), com média 7,08.
Para calcular a nota da cada cidade, o Ministério da Saúde leva em conta dados sobre saúde básica, ambulatorial, hospitalar e de emergência repassados pelos municípios a bases de dados nacionais (IBGE, Ipea) entre os anos de 2008 e 2010. Ao gerar a nota, o Ministério leva em conta o acesso aos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS) e se esses serviços estão sendo prestados em sua totalidade. A ponderação desses critérios leva a nota final.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, classificou o lançamento do novo índice como parte de uma "obsessão" do governo em avaliar seus serviços e atribuiu à presidente Dilma Rousseff essa cobrança. "O SUS não pode de forma alguma temer o processo de avaliação. [...] Muito pelo contrário: tem que ser algo visto como fundamental para que a gente dê conta de avançar no SUS", declarou.
A maior parte da população (46,5%, ou 88.673.765), segundo os dados da Saúde, vive em municípios com índices de 5 a 5,9 - notas consideradas regulares; 24,5% dos brasileiros, ou 46,6 milhões vivem em localidades com notas entre 6 e 6,9; e 45,9 milhões (24,1%) estão em localidades cuja nota está entre 4 e 4,9.
A região com maior pontuação foi o Sul, com 6,12. O Sudeste teve nota 5,56; o Nordeste, 5,28; e o Centro-Oeste, 5,26. Por último ficou a região Norte, com 4,67.
Premiação
Conforme o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, os municípios que apresentaram melhor desempenho do IDSUS serão premiados com a assinatura de convênios com o governo federal. Os repasses de verbas serão priorizados para as cidades mais bem colocadas no ranking.
O ministro ainda afirmou que as cidades com menor índice, como é o caso de Cuiabá, serão contemplados com atenção específica para que possam melhorar os serviços prestados pelo SUS.
A realidade de Cuiabá se dissemina por todo o país. De acordo com o IDSUS, apenas 1,9% da população brasileira vive em cidades que receberam nota acima de 7. A cidade que obteve maior nota foi Vitória (ES), com média 7,08.
Para calcular a nota da cada cidade, o Ministério da Saúde leva em conta dados sobre saúde básica, ambulatorial, hospitalar e de emergência repassados pelos municípios a bases de dados nacionais (IBGE, Ipea) entre os anos de 2008 e 2010. Ao gerar a nota, o Ministério leva em conta o acesso aos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS) e se esses serviços estão sendo prestados em sua totalidade. A ponderação desses critérios leva a nota final.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, classificou o lançamento do novo índice como parte de uma "obsessão" do governo em avaliar seus serviços e atribuiu à presidente Dilma Rousseff essa cobrança. "O SUS não pode de forma alguma temer o processo de avaliação. [...] Muito pelo contrário: tem que ser algo visto como fundamental para que a gente dê conta de avançar no SUS", declarou.
A maior parte da população (46,5%, ou 88.673.765), segundo os dados da Saúde, vive em municípios com índices de 5 a 5,9 - notas consideradas regulares; 24,5% dos brasileiros, ou 46,6 milhões vivem em localidades com notas entre 6 e 6,9; e 45,9 milhões (24,1%) estão em localidades cuja nota está entre 4 e 4,9.
A região com maior pontuação foi o Sul, com 6,12. O Sudeste teve nota 5,56; o Nordeste, 5,28; e o Centro-Oeste, 5,26. Por último ficou a região Norte, com 4,67.
Premiação
Conforme o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, os municípios que apresentaram melhor desempenho do IDSUS serão premiados com a assinatura de convênios com o governo federal. Os repasses de verbas serão priorizados para as cidades mais bem colocadas no ranking.
O ministro ainda afirmou que as cidades com menor índice, como é o caso de Cuiabá, serão contemplados com atenção específica para que possam melhorar os serviços prestados pelo SUS.
Fonte: G1
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