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quarta-feira, 18 de abril de 2012

Senador Taques diz que Éder Moraes "já vai tarde"

Desafeto de secretário, senador do PDT diz que "ninguém é insubstituível"

Agência Senado
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Para Pedro Taques, Eder Moraes já sai tarde do comando da Secopa
ANA ADÉLIA JÁCOMO
DA REDAÇÃO
O senador Pedro Taques (PTB) comemorou hoje a demissão do secretário extraordinário da Copa, Éder Moraes. O pedetistas disse não há possibilidade de as obras de infraestrutura do Mundial, em Cuiabá, serem prejudicadas pelas mudanças que virão.

"‘Ninguém é insubstituível. Acho que Éder já vai tarde. Agora, sim, Silval vai começar a governar”, afirmou o senador.

O governador revelou, com exclusividade ao Midia News, que tomou a decisão de afastar Éder na tarde de ontem (17), mas que não dirá quem substituirá o secretário enquanto não voltar de sua viagem a Brasília. Silval deve chegar a Cuiabá nesta quinta (19). Leia mais AQUI.

Éder e Taques promoveram uma discussão pública há poucos meses. O senador reclamou que não conseguia informações sobre os andamentos das obras da Copa e lideranças do partido resolveram lançar o “Movimento Fora Eder”, após o então secretário reagir com críticas à reclamação feita por Taques.

Eder alegou que as declarações do senador "apenas denigrem a imagem do Estado para o País".

Além de Taques, a deputada estadual Luciane Bezerra (PSB) e os deputados estaduais Zeca Viana (PDT) e Percival Muniz (PPS) também criticaram a gestão de Éder na Secopa.

A extinta Agecopa passou por diversas polêmicas. Em outubro de 2010, depois de 11 meses de gestão, o ex-prefeito rondonopolitano Adilton Sachetti renunciou ao cargo de presidente da agência.

Na ocasião, ele alegou que havia dificuldade de relacionamento com alguns dos diretores da Agecopa, que eram: Roberto França (Comunicação e Marketing); Yênes Magalhães (Planejamento e Gestão); Yuri Bastos Jorge (Assuntos Estratégicos); Carlos Brito (Infraestrutura); Jefferson de Castro (Orçamento e Finanças); e Agripino Bonilha Filho (Articulação Interinstitucional).

Yênes Magalhães, que respondeu pela presidência por alguns meses após a saída de Sachetti, acabou saindo da secretaria.

Carlos Brito (PSD) se desentendeu publicamente com o então diretor-presidente Éder Moraes e foi exonerado do cargo. Yuri Bastos Jorge também deixou a Pasta com profundas mágoas do secretário.

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