Redação
O juiz Maurício Breda, substituto da 8ª Vara Criminal de Maceió, irá ouvir na segunda-feira (23) a presa Mirella Granconato, 22, acusada de ter planejado o sequestro seguido de morte da estudante universitária Giovanna Tenório encontrada morta no último dia 7 de junho do ano passado.
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Mirella, que está presa no presídio Santa Luzia, em Maceió, será ouvida no Fórum do bairro do Barro Duro, a partir das 13h30.
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Mirella, que está presa no presídio Santa Luzia, em Maceió, será ouvida no Fórum do bairro do Barro Duro, a partir das 13h30.
Além de Mirella, também será ouvida a jovem Meiry Emanuella de Oliveira Vasconcelos, que acusa a vítima de ter envolvimento com tráfico de drogas.
Consta no processo, que Mirella contratou o caminhoneiro Luiz Alberto Bernardino para matar a universitária. Luiz Alberto está em liberdade, juntamente com o empresário Antonio de Pádua Bandeira, o “Tony”, marido de Mirella, que chegou a ser preso acusado de envolvimento no crime, mas terminou sendo liberado.
No último dia 9 de janeiro testemunhas arroladas pela defesa e acusação foram ouvidas pelo juiz Edvaldo Landeosi, substituto do 8ª Vara Criminal.
O promotor Flávio Gomes manteve a tese que Mirella teria sido movida por ciúme para tramar o sequestro e a morte de Giovanna que teve uma relação amorosa com “Toni”.
Uma das ouvida foi Larissa Tenório, irmã de Giovanna. Ela confirmou que a irmã manteve uma relação amorosa com o marido da principal suspeita e que por duas vezes a irmã foi agredida por Mirella, sendo a primeira na boate Le Hotel, e a segunda durante uma festa no município de Rio Largo, local onde o casal reside.
Larissa chorou no momento que o advogado da família leu trechos do depoimento da estudante Meiry Emanuella de Oliveira Vasconcelos. “Manu”, como é mais conhecida, disse a Polícia que Giovanna era usuária de cocaína.
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