Parlamentares de 12 Assembleias Legislativas responderão a enquete elaborada pelo Centro de Estudos Legislativos do Departamento da UFMG
ITIMARA FIGUEIREDO - Assessoria da Presidência
Com o intuito de traçar o perfil dos deputados estaduais, o Centro de Estudos Legislativos do Departamento da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG está realizando a pesquisa ‘Trajetórias, Perfis e Padrões de Interação de Deputados Estaduais em Doze Unidades da Federação’. Objetivo é colher a opinião dos parlamentares acerca de seu papel, sua avaliação sobre a democracia e seus elementos constitutivos, assim como sua posição em diferentes temas e questões relativas à política e às políticas públicas no país.
Desde a última segunda-feira (09), três pesquisadores percorrem as dependências da Assembleia Legislativa de Mato Grosso para realizar esse trabalho. Na manhã desta quinta-feira (12) foi a vez do presidente da Casa, deputado José Riva (PSD) e dos deputados Adalto de Freitas, Alexandre César e Gilmar Fabris de participarem. O grupo permanece em Cuiabá até amanhã. A pesquisa acontece paralelamente também em outros estados escolhidos.
Sob a coordenação do pesquisador, Carlos Ranulfo Félix de Melo serão ouvidos parlamentares do Sudeste – Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro; Nordeste - Bahia, Ceará e Recife; Norte - Tocantins e Pará; Centro-oeste: Goiás e Mato Grosso; Sul: Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
“A pesquisa será usada para fins acadêmicos. Para produção de artigos científicos, teses de doutorado e dissertação de mestrado, dentre outros trabalhos de natureza acadêmica”, explica o pesquisador e cientista político da UFMG, Leonardo da Silveira Ev. Destaca como positiva a participação dos representantes mato-grossenses e que, no geral, mesmo não atingindo 100% dos parlamentares nos estados escolhidos, a margem de 80% a 90% tem sido satisfatória.
Na segunda edição, Mato Grosso também participou da primeira rodada em 2007. Leonardo ressalta que a intenção é que a coleta de dados seja permanente e periódica, contemplando o maior número de informações que permitam um trabalho longitudinal para acompanhar a variação, ao longo do tempo, além de trabalhos comparativos entre estados e regiões. “A pesquisa pretende revelar à população opiniões dos deputados que muitas vezes não têm chance de expressar nem mesmo à Imprensa”, complementa o pesquisador.
METODOLOGIA – O trabalho de campo dessa pesquisa demora em média três meses. O tempo de permanência dos pesquisadores nos legislativos varia de uma a três semanas, conforme o número de parlamentares.
Já o trabalho preparatório envolveu a elaboração do questionário e a implantação do programa nos Tablets, uma novidade desta edição. As respostas são sigilosas e armazenadas no novo meio eletrônico, um trabalho pioneiro graças a parceria dos departamentos de Ciência Política e de Comunicação Social através do Laboratório de Mídias Eletrônicas da UFMG.
Os custos foram financiados pela Fundação de Amparo a Pesquisas do Estado de Minas Gerais – Fapemig e pelo Conselho Nacional de Pesquisas - CNPq. Também participam as estudantes de jornalismo e pesquisadoras Camila Carneiro Bahia Braga e Aline Cabral.
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Assessoria de Imprensa da Presidência
Fones: 3313-6568/ 9952-1211
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