Redação 24 Horas News
O Secretário-Extraordinário da Copa do Mundo (Secopa) Eder Moraes, passou de vítima de perseguição política a "homem-bomba" do Governo Silval Barbosa (PMDB). Diante da notícia que abalou as pilastras do Palácio Paiguás, nesta terça-feira, dia 17, o secretário deixou claro: sabe quem são aqueles que trabalham para sua saída do primeiro escalão.
Depois de ser acusado de barganhar uma vaga no Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, Eder resolveu disparar o sua metralhadora giratória contra o grupo que segundo ele, tentam desistabilizar o governo ao atacá-lo defendendo interesses obscuros. E fez uma denuncia pesada: revelou a existência de “tubarões” que “mamam por muitos anos nas tetas” do Governo.
"São pessoas que se preocupam comigo dia e noite, tem inveja e vivem na espreita. É um jogo muito pesado, são dossiês e denúncias apócrifas e vazias" , disse.
Duro no discurso, ele assegura com veemência que há um "grande" jogo político, mas, promete encarar todas as adversidades de frente, sem medo de uma possível exoneração, "sou franco e direto e encaro as situações de frente tenho me mantido no cargo pela competência com apoio dos meus companheiros de secretaria".
Fiel a Silval Barbosa, ele acrescenta, "Se sair, sairei pela porta da frente com a certeza do dever cumprido. Sou leal ao governador e irei respeitar a decisão tomada. Quem decide minha permanência na Secopa é o governador , é ele quem exonera e nomeia".
Outro motivo que teria despertado a ira de seus adversários, seria a sua projeção política frente as ações da Secopa, para Eder Moraes está claro que diante do fato das obras da Copa ganhar forma e sairem do papel, houve revolta por parte de adversários disfarçados.
"Aqui na Secopa contrariamos o poder de quem projeta a prefeitura de Cuiabá agora e o Governo em 2014. Não há irregularidades nas obras, temos a participação efetiva de 14 orgãos de fiscalização. Está tudo dentro da legalidade", salientou.
Por fim o secretário dispara, "não tenho receio do que falo, porque, falo a verdade".
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