Pages

segunda-feira, 5 de março de 2012

Adjunto acusado de planejar “tarifaço” e fazer “jogo” para derrubar secretário

Alexandre Rolim
de Tangará da Serra e Redação 24 Horas News


O deputado estadual Wagner Ramos, do Partido da República  (PR), revelou que existe uma manobra em curso para “derrubar”  o secretário Estadual de Fazenda, Edmilson dos Santos. Ele acusou o advogado tributarista Marcel Souza de Cursi, que ocupa o cargo de secretário-adjunto desde março de 2004. Cursi seria o grande mentor do “tarifaço”, que vem desagradando todo o setor produtivo no Estado por causa do aumento considerado exagerado da carga tributária.
Na avaliação de Ramos, Cursi estaria fazendo uma espécie de “jogo sujo” dentro do Governo. : “Se por um lado temos o secretário Edmilson dos Santos, por outro temos dentro da Secretaria alguém que está lá para ´ferrar´ com os comerciantes do nosso estado, para fazer com que o nosso secretário caia em descrédito e que o governador chegue a exonerá-lo” – disse o político, ao defender o colega de partido.
Atualmente, contribuintes de todo o estado o acusam de incitar diuturnamente a criação de leis, portarias, decretos e normativas como forma desdenhosa de arrecadar dinheiro para os cofres do Estado, atropelando a Constituição, as leis de tributos fiscais e inclusive o próprio Legislativo de Mato Grosso.
Segundo ele, o descontentamento é geral. “Têm movimentos em todos os setores contra estes abusos. A Famato, a Aprosoja e a Acrimat também estão se mobilizando contra isso. As empresas estão no vermelho, ninguém mais quer investir em Mato Grosso, o que gera déficit no crescimento e geração de emprego”, ponderou.
Ao discutir a questão com empresários de Tangara da Serra, onde fez tais críticas, Ramos assegurou que a classe política deverá  reverter a situação do Decreto 963 junto à Secretaria de Fazenda. Ele relatou que ainda esta  semana uma comissão tangaraense se reunirá com Edmilson em Cuiabá e apresentará uma pauta de reivindicações dos empresários locais. Tal pauta será montada hoje em nova reunião entre membros da Acits e da Câmara de Dirigentes Logistas (CDL).
   
Haverá ainda na próxima terça-feira, 6, uma reunião de vários deputados com o governador do estado, Silval Barbosa, com o mesmo propósito. “O que não dá é para conviver com abusos dessa forma. Nós como deputados não vamos deixar que isto aconteça” - discursou o político.
   
Segundo ele, o descontentamento é geral. “Têm movimentos em todos os setores contra estes abusos. A Famato, a Aprosoja e a Acrimat também estão se mobilizando contra isso. As empresas estão no vermelho, ninguém mais quer investir em Mato Grosso, o que gera déficit no crescimento e geração de emprego”, ponderou.

Nenhum comentário:

Postar um comentário