No ano, já são 55 execuções; duas delas no dia 1º de março
Mídia News
Clique para ampliar 
Uma das vítimas foi o comerciante Raimundo Fagundes de Lima, que foi morto a tiros ao perseguir ladrões no dia 22 de fevereiro
DA REDAÇÃO
O mês de fevereiro fechou com 23 assassinatos na Grande Cuiabá sendo 12 na Capital e 11 em Várzea Grande incluindo um latrocínio (roubo seguido de morte). Esse número é inferior a janeiro que fechou com 30 execuções, uma queda de 23%. Os números são da Polícia Civil. Embora a queda seja significativa ainda não pode ser comemorada pelas autoridades da área de Segurança Pública uma vez que no ano, já chegam a 55 execuções contando com os dois casos no 1º dia de março.
Levando em conta que já foram 60 dias no ano, a Polícia registrou quase uma execução diária. No ano passado, ocorreram 384 execuções, mais de um assassinato por dia.
O tráfico de drogas continua sendo um dos motivos que lidera os assassinatos nas duas cidades. Acerto de contas, crimes passionais (motivados por paixão) completam as motivações.
O que chamou a atenção dos policiais da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) em fevereiro foram os assassinatos em Várzea Grande que praticamente empatou com a Capital, embora a população seja a metade. No entendimento dos policiais, dos 23, a Cidade Industrial deveria ter sete assassinatos e não 11, pois indica que a violência está em alta.
“Nos últimos 30 dias, contando fevereiro e o primeiro dia de março, temos dois latrocínios, sendo os dois em Várzea Grande. O latrocínio é um dos maiores indicativos de violência”, lembrou um policial plantonista.
O policial estava se referindo ao assassinato do fazendeiro Ambrósio Monteiro Maia e do comerciante Raimundo Fagundes de Lima, que foram mortos a tiros durante um assalto a casa do fazendeiro no dia 22 de fevereiro, no Jardim Paula II. Na quarta-feira, moradores fizeram uma passeata pedindo paz
Nenhum comentário:
Postar um comentário