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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

60.000 ao dia:site mais acessado:Cuiabá:Várzea Grande:Sociedade de Carlinda e região se mobiliza para manter Incra

MARIANNE BÜTTNER/Assessoria de Gabinete 


Jupirany Devillart/AL
Dep. Ademir Brunetto - PT
A sociedade de Carlinda e região esteve mobilizada na manhã dessa sexta-feira (24) na audiência pública para debater a permanência da Unidade Executora do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) no município, A audiência foi solicitada pelo deputado estadual Ademir Brunetto (PT/MT) devido determinação da resolução do Incra em extinguir a unidade.

Na presença de mais de 500 pessoas, entre sociedade civil organizada e diversas autoridades e representantes de todos os municípios da região, a audiência pública foi liderada pelo deputado Ademir Brunetto, que buscou as lideranças regionais e locais para o encaminhamento de um abaixo-assinado visando apoio do governador e da bancada federal e estadual para fazer uma gestão firme no Incra em Brasília, por meio da ministra de Relações Institucionais Ideli Salvatti, da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, e da presidente Dilma Housseff.

“Vamos fazer uma grande mobilização para somar na luta de Pontes de Lacerda e não fechar as duas unidades do Incra. Toda a sociedade de Carlinda está mobilizada, a permanência do Incra é questão prioritária para o município”, ressaltou Brunetto.

Por meio de arrecadações espontâneas, a comunidade de Carlinda construiu o prédio para instalação da unidade do Incra em uma estrutura moderna e ampla, que atende mais de 12 municípios do norte de Mato Grosso, distantes 800 km da capital.

De acordo com diagnóstico enviado pela unidade daquele município, o Incra local possui um bom número de técnicos e funcionários que atendem as demandas em dezenas de assentamentos que aportam aquela unidade executiva.

Em Pontes e Lacerda também haverá o mesmo debate, em 09 de março. Essa unidade atende mais de 15 municípios no Vale do Guaporé, extremo oeste do estado de Mato Grosso, região fronteira com a Bolívia, onde os conflitos agrários são permanentes. Há também um grande número de assentamentos já devidamente organizados e acompanhados pelo Incra local. 

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