A Divisão de Delitos Gerais e Legislações da Polícia Civil instaurou um inquérito para apurar suposta falsificação de formulários de pesquisa de opinião pública da 7ª edição do Prêmio Destaque Empresarial do Ano, promovido pela Associação Comercial, Industrial de Rondonópolis, A ACIR. A portaria assinada pela delegada Divina Aparecida Vieira Martins da Silva revela suposto caso de falsificação de documento particular, previsto no artigo 298, do Código Penal”, e são citados como suspeitos Arapoty Watanabe, coordenador da pesquisa promovida pelo IPA-ACIR, e o presidente da entidade.
Os envolvidos teriam falsificados os formulários de pesquisa de opinião pública da 7ª edição de Destaque Empresarial do Ano, "para premiar as empresas rondonopolitanas que mais se destacaram, com o intuito de prejudicar empresas locais, o que, em tese configura o crime de falso”, segundo a delegada na portaria datada do último dia 4 de janeiro.
Os documentos apresentados pela denunciante já foram anexadas ao inquérito, e a delegada deverá ouvir, nos próximos dias, o rol de testemunhas constante no requerimento. “Intimem-se ao final, os suspeitos Arapoty Watanabe e o presidente da Acir/Roo, para serem formalmente interrogados acerca dos fatos; e, identificados criminalmente, finaliza a autoridade policial.
A celeuma envolvendo o Prêmio Acir teve início após o empresário e o diretor comercial e artístico da Rádio 105 FM, Marco Antônio Chaves Ribeiro, ter ingressado na Justiça para ter acesso aos documentos que levaram à concretização da pesquisa. Na ocasião, conforme Marco Antônio houve suspeitas em razão da entidade promotora do evento ter premiado na categoria ‘Emissora de Rádio’ a rádio Mega FM, emissora sediada no município vizinho de Pedra Preta, mas que participou da premiação com CNPJ de uma empresa de publicidade e eventos localizada em Rondonópolis, que usa a descrição ‘Mega FM’ como nome fantasia.
Segundo ele, a empresa entrou com pedido de visto dos formulários usados na pesquisa por entender que a Mega FM não poderia concorrer ao prêmio por não estar inscrita com CNPJ de uma empresa radiofônica, e sim de uma empresa de serviços de organização de feiras, congressos, exposições e festas, casas de festas, eventos e Instalação de painéis publicitários.
Após obter as informações, segundo o empresário, que também é advogado, teria ficado exposto rasuras e demonstrações de fraude nos formulários, o que o levou a protocolar denúncia-crime à Polícia Civil.
Procurados para falarem sobre o assunto nenhum dos investigados foram localizados. A assessoria de imprensa da Acir também não foi encontrada.
Os envolvidos teriam falsificados os formulários de pesquisa de opinião pública da 7ª edição de Destaque Empresarial do Ano, "para premiar as empresas rondonopolitanas que mais se destacaram, com o intuito de prejudicar empresas locais, o que, em tese configura o crime de falso”, segundo a delegada na portaria datada do último dia 4 de janeiro.
Os documentos apresentados pela denunciante já foram anexadas ao inquérito, e a delegada deverá ouvir, nos próximos dias, o rol de testemunhas constante no requerimento. “Intimem-se ao final, os suspeitos Arapoty Watanabe e o presidente da Acir/Roo, para serem formalmente interrogados acerca dos fatos; e, identificados criminalmente, finaliza a autoridade policial.
A celeuma envolvendo o Prêmio Acir teve início após o empresário e o diretor comercial e artístico da Rádio 105 FM, Marco Antônio Chaves Ribeiro, ter ingressado na Justiça para ter acesso aos documentos que levaram à concretização da pesquisa. Na ocasião, conforme Marco Antônio houve suspeitas em razão da entidade promotora do evento ter premiado na categoria ‘Emissora de Rádio’ a rádio Mega FM, emissora sediada no município vizinho de Pedra Preta, mas que participou da premiação com CNPJ de uma empresa de publicidade e eventos localizada em Rondonópolis, que usa a descrição ‘Mega FM’ como nome fantasia.
Segundo ele, a empresa entrou com pedido de visto dos formulários usados na pesquisa por entender que a Mega FM não poderia concorrer ao prêmio por não estar inscrita com CNPJ de uma empresa radiofônica, e sim de uma empresa de serviços de organização de feiras, congressos, exposições e festas, casas de festas, eventos e Instalação de painéis publicitários.
Após obter as informações, segundo o empresário, que também é advogado, teria ficado exposto rasuras e demonstrações de fraude nos formulários, o que o levou a protocolar denúncia-crime à Polícia Civil.
Procurados para falarem sobre o assunto nenhum dos investigados foram localizados. A assessoria de imprensa da Acir também não foi encontrada.
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