de Alta Floresta
A cena é degradante, mais comum nos grandes centros, porém já pode ser vista em Alta Floresta, são os moradores de rua. Apesar da idade bastante avançada, esta senhora enfrenta problemas com álcool e dorme nas calçadas do setor B. Uma situação incômoda que desperta preocupações em quem assiste a cena todos os dias.
“A gente passa e às vezes ta dormindo, a gente nem sabe se às vezes não esta morto. E está aí, o Poder Público passa, olha e faz de conta que não está nem aí”, falou Susana de Araújo, moradora do setor G.
O cenário chamou a atenção, pois passando pelo local, o Centro de Referencia e Especialização em Assistência Social (CREAS) fica a 200mt de onde fica esta senhora. Os moradores reclamam, “A situação tá difícil, eu durmo na minha casa tranqüila, tenho meu alimento, me escondo da chuva, e ela não, a gente passa ela fica se escondendo, deitada aqui em baixo. Então ta muito difícil a vida dessa mulher”, relatou Agda Barros, moradora da Rua B-2.
A moradora afirma se sentir incomodada, “Incomoda muito, eu não sei as outras pessoas, mas a mim incomoda muito”, frisou Agda dizendo que com o apoio de duas amigas estão tentando fazer algo pela mulher, “Ela é uma alcoólatra, doente, e eu como sou sóbria, tenho que tomar uma atitude por ela, porque um viciado não tem atitudes próprias, alguém tem que tomar a iniciativa por ela”.
Outro fator que gera revolta na população é o local onde está esta mulher, “É difícil ver as pessoas desse jeito, é bem perto da casa da prefeita, que mora aqui na B-2, com certeza ela passa todo dia aqui, tanto pra ir quanto pra vir do serviço. É quase em frente a um órgão publico e pra ninguém fazer nada”, falou Susana, afirmando que a imagem é negativa para o município, “Começo de ano, com uma imagem dessas, é um descaso”.
Procurado pela reportagem, o CREAS alegou dificuldades para atender pessoas como esta moradora, porque a ajuda não é aceita, a coordenação do centro está de férias e ninguém quis gravar, mas mesmo assim garantiu que faria o atendimento.
“A gente passa e às vezes ta dormindo, a gente nem sabe se às vezes não esta morto. E está aí, o Poder Público passa, olha e faz de conta que não está nem aí”, falou Susana de Araújo, moradora do setor G.
O cenário chamou a atenção, pois passando pelo local, o Centro de Referencia e Especialização em Assistência Social (CREAS) fica a 200mt de onde fica esta senhora. Os moradores reclamam, “A situação tá difícil, eu durmo na minha casa tranqüila, tenho meu alimento, me escondo da chuva, e ela não, a gente passa ela fica se escondendo, deitada aqui em baixo. Então ta muito difícil a vida dessa mulher”, relatou Agda Barros, moradora da Rua B-2.
A moradora afirma se sentir incomodada, “Incomoda muito, eu não sei as outras pessoas, mas a mim incomoda muito”, frisou Agda dizendo que com o apoio de duas amigas estão tentando fazer algo pela mulher, “Ela é uma alcoólatra, doente, e eu como sou sóbria, tenho que tomar uma atitude por ela, porque um viciado não tem atitudes próprias, alguém tem que tomar a iniciativa por ela”.
Outro fator que gera revolta na população é o local onde está esta mulher, “É difícil ver as pessoas desse jeito, é bem perto da casa da prefeita, que mora aqui na B-2, com certeza ela passa todo dia aqui, tanto pra ir quanto pra vir do serviço. É quase em frente a um órgão publico e pra ninguém fazer nada”, falou Susana, afirmando que a imagem é negativa para o município, “Começo de ano, com uma imagem dessas, é um descaso”.
Procurado pela reportagem, o CREAS alegou dificuldades para atender pessoas como esta moradora, porque a ajuda não é aceita, a coordenação do centro está de férias e ninguém quis gravar, mas mesmo assim garantiu que faria o atendimento.
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