O segurança Flávio Alves de Amorim, de 33 anos, foi executado com diversos disparos de fuzil enquanto estava no carona de um táxi, na manhã desta terça-feira, em Campo Grande, Zona Oeste do Rio. O corpo dele foi arrastado para fora do veículo e atirado na calçada, a 4,5 quilômetros do local do crime, onde ele foi baleado, mais uma vez. A polícia investiga a ligação entre o assassinato e a atuação de milicianos na área.
Flávio, que trabalhava como segurança de uma casa noturna da Zona Oeste há três anos, tinha saído do trabalho e ido a uma lanchonete. Por volta das 5h, deixou o local, num táxi. O veículo foi interceptado pelos bandidos na Estrada do Campinho. O taxista conseguiu fugir e saiu ileso do carro, atingido por mais de 20 disparos.
À tarde, ele foi ouvido na Divisão de Homicídios (DH), que investiga o caso em sigilo. Familiares da vítima também foram à delegacia para prestar depoimento.
A secretária Angélica Simonny Araújo, de 42 anos, irmã da vítima, não acredita que o crime tenha sido praticado por milicianos. Para ela, o irmão foi vítima de um assalto.
— Ele só ficou com a roupa do corpo. Levaram pulseira, cordão de ouro, tênis, celular e a carteira, com dinheiro e documentos. O meu irmão era um menino trabalhador, que nunca arrumou confusão com ninguém — disse.
Caçula de seis irmãos, Flávio era solteiro e morava com os pais. Segundo familiares, Flávio queria se tornar bombeiro e era um sujeito dedicado à família. Especialmente aos sobrinhos oito sobrinhos, já que não tinha filhos.
— Ele era um tiozão e gostava muito de criança. Soltava pipa com um sobrinho de 6 anos. No último fim de semana, fomos todos à praia. Ele comprou uma boia imensa, de jacaré, para outra sobrinha. Só saía de casa para o trabalho — contou a irmã Angélica.
Ele deve ser enterrado ainda hoje, no Cemitério Jardim da Saudade. O horário do sepultamento ainda não foi definido pela família.
Flávio, que trabalhava como segurança de uma casa noturna da Zona Oeste há três anos, tinha saído do trabalho e ido a uma lanchonete. Por volta das 5h, deixou o local, num táxi. O veículo foi interceptado pelos bandidos na Estrada do Campinho. O taxista conseguiu fugir e saiu ileso do carro, atingido por mais de 20 disparos.
À tarde, ele foi ouvido na Divisão de Homicídios (DH), que investiga o caso em sigilo. Familiares da vítima também foram à delegacia para prestar depoimento.
A secretária Angélica Simonny Araújo, de 42 anos, irmã da vítima, não acredita que o crime tenha sido praticado por milicianos. Para ela, o irmão foi vítima de um assalto.
— Ele só ficou com a roupa do corpo. Levaram pulseira, cordão de ouro, tênis, celular e a carteira, com dinheiro e documentos. O meu irmão era um menino trabalhador, que nunca arrumou confusão com ninguém — disse.
Caçula de seis irmãos, Flávio era solteiro e morava com os pais. Segundo familiares, Flávio queria se tornar bombeiro e era um sujeito dedicado à família. Especialmente aos sobrinhos oito sobrinhos, já que não tinha filhos.
— Ele era um tiozão e gostava muito de criança. Soltava pipa com um sobrinho de 6 anos. No último fim de semana, fomos todos à praia. Ele comprou uma boia imensa, de jacaré, para outra sobrinha. Só saía de casa para o trabalho — contou a irmã Angélica.
Ele deve ser enterrado ainda hoje, no Cemitério Jardim da Saudade. O horário do sepultamento ainda não foi definido pela família.
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