Téo Meneses, especial para o GD
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga suposto superfaturmento na reforma do prédio da Câmara Municipal de Cuiabá decidiu pedir apoio de instituições tradicionais para periciar o serviço que teria custado 1.000% a mais que o preço de mercado. Serão procurados represntantes da UFMT, Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomoia (Crea) e Institudo Federal de Mato Grosso (IFMT).
A perícia também deverá ser avaliada por uma equipe de assessores e consultores que serão colocados à disposição da Comissão por parte da Mesa Diretora. O ex-presidente da Câmara, Deucimar Silva (PP), nega qualquer irregularidade. Alega ainda que só aderiu a um processo licitatório da Secretaria Municipal de Habitação, mas o titular da pasta, João Emanuel, nega ter qualquer responsabilidade no polêmico caso.
A reforma na Câmara vem gerando polêmica porque, menos de 2 anos após o serviço que custou R$ 3,5 milhões, o prédio tem inúmeras problemas no teto e na rede elétrica e hidráulica. O caso chegou a virar piada porque o ex-presidente tomou posse no cargo com a promessa de acabar com corrupção na Casa após conturbadas gestões.
Deucimar foi condenado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) depois que os conselheiros consideraram inidônea a empresa Alos Construtora Ltda, responsável pelo serviço. Também funcionava em uma residência e não poderia por 5 anos contratar com o poder público. A devolução do R$ 1,131 milhão deverá ser feita solidariamente pelo ex-presidente, dirigentes da empresa e pelo engenheiro civil Carlos Anselmo de Oliveira, funcionário da Câmara e responsável pelo recebimento da obra.
A perícia também deverá ser avaliada por uma equipe de assessores e consultores que serão colocados à disposição da Comissão por parte da Mesa Diretora. O ex-presidente da Câmara, Deucimar Silva (PP), nega qualquer irregularidade. Alega ainda que só aderiu a um processo licitatório da Secretaria Municipal de Habitação, mas o titular da pasta, João Emanuel, nega ter qualquer responsabilidade no polêmico caso.
A reforma na Câmara vem gerando polêmica porque, menos de 2 anos após o serviço que custou R$ 3,5 milhões, o prédio tem inúmeras problemas no teto e na rede elétrica e hidráulica. O caso chegou a virar piada porque o ex-presidente tomou posse no cargo com a promessa de acabar com corrupção na Casa após conturbadas gestões.
Deucimar foi condenado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) depois que os conselheiros consideraram inidônea a empresa Alos Construtora Ltda, responsável pelo serviço. Também funcionava em uma residência e não poderia por 5 anos contratar com o poder público. A devolução do R$ 1,131 milhão deverá ser feita solidariamente pelo ex-presidente, dirigentes da empresa e pelo engenheiro civil Carlos Anselmo de Oliveira, funcionário da Câmara e responsável pelo recebimento da obra.
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