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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Site mais acessado em Cuiabá e Várzea Grande MT:Prefeitura de VG parcela dívida com INSS para conseguir certidões negativas e garantir recursos para o município

VG Notícias
De acordo com o procurador geral do município, Marcos Avallone, a prefeitura parcelou com a União, a dívida de R$ 1,8 milhão – referente a parcelas vencidas do INSS.
 
Após ficar com vários recursos federais bloqueados, devido à falta de certidões negativas por constar em débitos com a Previdência, finalmente a Prefeitura de Várzea Grande parcelou a dívida com o INSS e deu início a conversação para parcelar a dívida com o Instituto de Seguridade Social dos Servidores Públicos de Várzea Grande (Previvag).
De acordo com o procurador geral do município, Marcos Avallone, a prefeitura parcelou com a União, a dívida de R$ 1,8 milhão – referente a parcelas vencidas do INSS.
A dívida, conforme Avallone foi parcelada em 60 meses, ou seja, ficará de herança para o próximo gestor municipal. “Fizemos o parcelamento com a União referente o INSS. O total da dívida é de R$ 1,8 milhão e nós parcelamos em 60 meses”, destaca o procurador, em entrevista ao VG Notícias concedida na manhã desta segunda-feira (23.01).
Já a dívida contraída com a Previvag, que vem desde a época em que o município era administrado por Nereu Botelho de Campos (1993/1996), se estendendo na gestão Murilo Domingos (PR), a qual totaliza em mais de R$ 4 milhões, será negociada na tarde de hoje com o órgão.
“Quanto a Previvag iremos nós reunir na tarde de hoje para negociar o parcelamento”, conclui Avallone.
Na semana passada, em entrevista, o prefeito municipal, Sebastião dos Reis Gonçalves – popular Tião da Zaeli (PSD) declarou que por conta dessas dívidas milionárias, Várzea Grande não tinha como emitir certidão negativa e estava deixando de receber recursos federias, além de emendas dos deputados federais e senadores, destinadas ao município.
Conforme Tião, apesar desses problemas serem de longa data, somente vieram à tona por causa das certidões, e segundo ele, as dívidas junto aos credores foram negociadas anos e anos e não foram cumpridos os parcelamentos, por isso ficou esse “emaranhado”. 
 

por Rojane Marta/VG Notícias

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