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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Site mais acessado em Cuiabá e Várzea Grande MT:Vendedores ambulantes têm que deixar terminal André Maggi até a próxima semana

: VG Notícias
Entre as irregularidades constatadas foram a permanência de vendedores ambulantes dentro do terminal e principalmente na calçada.

O Terminal Urbano de Integração André Maggi, em Várzea Grande, passou por uma intensa fiscalização ontem (18.01). A operação foi realizada por meio da Secretaria municipal de Infraestrutura (Sinfra/VG) e contou com o apoio do Ministério Público e Promotoria.
Entre as irregularidades constatadas foram à permanência de vendedores ambulantes dentro do terminal e, principalmente, na calçada. O local tem em média 15 vendedores ambulantes. Eles comercializam  todo  tipo de alimentos sem a devida fiscalização da vigilância sanitária, como: espetinhos, refrigerantes, salgados, sucos, entre outros.
De acordo com o secretário da Sinfra/VG, Luiz Carlos Sampaio, os ambulantes descumpriram o código de postura do município previsto na Lei nº 1.386/94, segundo a qual a calçada pode ser utilizada desde que deixe um espaço de 2m para o trânsito de pedestres.
“Já tivemos apreensões de mercadorias há alguns dias, eles estão prejudicando as pessoas que transitam no local diariamente”, afirmou o secretário.
A vendedora de espetinhos, Marinalva Benigna de Jesus, 61, ocupa o local há sete anos. “Fiquei indignada com a notificação, os fiscais não podem em hipótese nenhuma nos tirar do terminal de um dia para o outro”, reclamou a vendedora surpresa.
Já a vendedora, Rosilda da Silva Rezende, 41, está inconformada com a situação. “Recebi a notificação ainda hoje, estou legalizada no local com minha barraca. Quero que seja tomada uma providência quanto a nossa situação, pois necessitamos do espaço para ganhar o nosso pão do dia a dia”, reclama ela.
O coordenador da fiscalização, Wilson Lima, informou que os vendedores ambulantes têm o prazo de até segunda-feira da próxima semana para se retirar do local. “Quem descumprir o mandato pode ser penalizado com apreensão dos produtos alimentícios e ainda receber  multa entre R$ 500 e 2 mil.

por Cristiane Sagioratto/VG Notícias

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