Gabriela Galvão
A ação foi distribuída, com urgência, no Fórum da Capital e nesta quarta (18) o magistrado deferiu o pedido afirmando, em sua decisão, que a demora do julgamento de mérito da ação poderia incorrer na não disponibilidade do valor na conta da empresa. Dessa forma, por se tratar de uma quantia considerável, traria grave lesão ao erário e de difícil reparação. Consta ainda na ação, que o valor já foi bloqueado.
O contrato com a Global foi reincidido em 29 de dezembro, já pela secretaria extraordinária das Obras da Copa (Secopa), criada em substituição a Agecopa. A rescisão se deu após muito polêmica envolvendo a compra dos veículos, principalmente, por ter sido efetuada sem licitação. Outra irregularidade apontada pela PGE, foi o fato de a Global não ter nenhuma experiência no ramo e não ter havido permissão do ministério da Defesa para produção do equipamento.
Equipadas com radares russos, as 10 Land Rouvers custaram R$ 14 milhões aos cofres públicos, sendo que os R$ 2,1 milhões, já haviam sido depositados na conta da empresa a título de caução em 1° de julho do ano passado.
Nenhum comentário:
Postar um comentário