O volume d’água do Córrego Sangradouro e dos seis principais canais que escoam as águas das chuvas em Cáceres poderia ser bem maior hoje, se não fosse os seis piscinões construídos em vários pontos da cidade pela prefeitura.
As obras, que fazem parte do plano de prevenção de alagamentos, foram executadas com recursos próprios e apoio da Câmara de Vereadores e dos deputados estaduais Airton Rondina e José Riva. São dois piscinões no bairro Lavapés, um no Espirito Santo, dois no Vitória Régia um no Lobo. Ainda há um em fase de construção no Vitória Régia.
O objetivo, conforme o prefeito Túlio Fontes, é diminuir os problemas crônicos das enchentes que anualmente, nesta época do ano, afetam moradores dos bairros Cidade Alta, Maracanãzinho, São José, Lavapés, Vila Mariana e Cohab Velha.
Ele diz que o problema é enorme e seria mais fácil de resolver se o governo do Estado cumprisse com a promessa de construir um canal sob a Rua Costa Marques que teoricamente resolveria o problema da Cohab Velha e da Vila Mariana. O prefeito explica que o Estado prejudica a cidade na medida em que não apresenta contra partidas aos recursos federais viabilizados por ele. “Já perdemos um milhão e meio no ano passado e corremos o risco de perder mais 6 milhões este ano”, lamentou o prefeito que tem feito gestões quase que diárias junto ao Estado em busca de ajuda.
As obras, que fazem parte do plano de prevenção de alagamentos, foram executadas com recursos próprios e apoio da Câmara de Vereadores e dos deputados estaduais Airton Rondina e José Riva. São dois piscinões no bairro Lavapés, um no Espirito Santo, dois no Vitória Régia um no Lobo. Ainda há um em fase de construção no Vitória Régia.
O objetivo, conforme o prefeito Túlio Fontes, é diminuir os problemas crônicos das enchentes que anualmente, nesta época do ano, afetam moradores dos bairros Cidade Alta, Maracanãzinho, São José, Lavapés, Vila Mariana e Cohab Velha.
Ele diz que o problema é enorme e seria mais fácil de resolver se o governo do Estado cumprisse com a promessa de construir um canal sob a Rua Costa Marques que teoricamente resolveria o problema da Cohab Velha e da Vila Mariana. O prefeito explica que o Estado prejudica a cidade na medida em que não apresenta contra partidas aos recursos federais viabilizados por ele. “Já perdemos um milhão e meio no ano passado e corremos o risco de perder mais 6 milhões este ano”, lamentou o prefeito que tem feito gestões quase que diárias junto ao Estado em busca de ajuda.
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