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| Há cerca de um ano, uma erosão a margem do Rio destruiu parte da calçada da avenida Alameda e derrubou a mureta de proteção próxima à ponte Júlio Muller, que divide a cidade à capital. |
O poder público está esperando uma tragédia acontecer para tomar providências e impedir o avanço da erosão às margens do Rio Cuiabá, na Alameda em Várzea Grande, alertam os moradores da região.
Há cerca de um ano, uma erosão a margem do Rio destruiu parte da calçada da avenida Alameda e derrubou a mureta de proteção próxima à ponte Júlio Muller, que divide a cidade à capital.
Os moradores que antes utilizavam a área próxima ao local para caminhar, estão preocupados com o avanço da erosão sobre a calçada da avenida e com os riscos neste período das chuvas.
Em entrevista ao VG Notícias, o geólogo Léo Adriano de Oliveira afirmou que os riscos de deslizamento nesta época de chuva aumentam. Segundo Léo, se a erosão não for contida a tempo pela Secretaria de Meio Ambiente de Várzea Grande, os riscos de desabamento da margem são iminentes.
De acordo com o geólogo, a solução está na construção de pavimentação na área lateral da margem para conter a erosão do solo. “Podemos pegar o exemplo do córrego do barbado, próxima a avenida Beira Rio em Cuiabá, no local, foi colocada uma pavimentação lateral para conter o avanço da erosão”, garantiu o geólogo.
Em entrevista ao VG Notícias, o secretário de Meio Ambiente e Agricultura de Várzea Grande, Celso Brandão, afirma que a responsabilidade da área é da Secretaria de Infraestrutura do município, e que sua pasta só se responsabiliza pela plantação de novas espécies na área depois da retenção.
No entanto, o secretário municipal de Infraestrutura, Luiz Sampaio, disse ao VG Notícias que neste momento o município não tem recursos para a obra, além disso, a retenção através de barreiras de gabiões tem que ser feita com o rio baixo.
Ainda segundo Sampaio, o prefeito Sebastião dos Reis Gonçalves – o Tião da Zaeli (PSD) foi a Brasília buscar recursos para obras em Várzea Grande e a retenção da erosão está inclusa nos projetos.
por Izabella Araújo/VG Notícias
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