Patrícia Sanches e Glaucia Colognesi
Prefeitos Tião, Pátio e Galindo acumulam desgaste de imagem, mas sonham concorrer à reeleição em outubro
Os prefeitos de Cuiabá Chico Galindo, de Várzea Grande Tião da Zaeli e de Rondonópolis Zé do Pátio, engrossam a lista de 110 dos 141 prefeitos mato-grossenses que podem disputar à reeleição no pleito de outubro. Apesar de negar que seja candidato, Galindo, que comanda a Capital desde abril de 2010 após o titular Wilson Santos (PSDB) renunciar para concorrer, sem sucesso, ao Governo, é considerado um dos nomes fortes para protagonizar a corrida pelo Palácio Alencastro.
Ele tem tomado medidas polêmicas, que dividem a opinião pública, como à concessão da Sanecap, por outro lado também tem programas populares como o Poeira Zero, que apenas na primeira etapa, vai asfaltar 24 bairros. Outro que também se apegou ao cargo, mas não admite que buscará à reeleição, é Zé do Pátio. A gestão do peemedebista está desgastada junto à população, o que dificulta a captação de apoio eleitoral dentro do próprio partido. Por outro lado, com estilo populista, Pátio é tido como um candidato em potencial. Militantes acreditam que ele pode virar o jogo.
Tião Zaeli, por sua vez, assumiu o comando do Paço Couto Magalhães em meio a uma grave crise política, provocada pelo prefeito cassado Murilo Domingos (PR). O empresário e o republicano protagonizaram duras brigas e “troca-troca” no comando do segundo maior município do Estado. Pouco mais de oito meses antes da sua primeira eleição como “cabeça-de-chapa”, ele já procura desvincular a sua imagem a do gestor cassado por improbidade administrativa. Ele conta com o apoio de um dos políticos mais articulados e experientes no Estado, o presidente da Assembleia, deputado José Riva (PSD).
O prefeito de Sinop Juarez Costa (PMDB), por sua vez, também aparece na lista dos que tem grandes chances de vitória. Porém, ele terá que enfrentar concorrentes com forte atuação no município, como o ex-deputado estadual Dilceu Dal'Bosco, presidente regional do DEM.
O prefeito de Sorriso, Chicão Bedin (PMDB), também é outro que poderá e deverá tentar à reeleição. O peemedebista, recentemente, denunciou um esquema de cobrança de propina, que provocou a cassação de três vereadores: Gerson Luiz Frâncio, o Jaburu (PSB), Chagas Abrantes e Roseane Marques do Amorim, ambos do PR.
Já o prefeito de Cáceres, Túlio Fontes (DEM) também lutará para voltar ao cargo em janeiro de 2013. Ele ficou em segundo lugar em número de votos em 2008 e só assumiu a prefeitura depois que Ricardo Henry (PP), irmão do secretário estadual de Saúde, Pedro Henry (PP), foi cassado por captação ilícita de sufrágio, abuso da máquina e do poder econômico pouco antes de tomar posse. Túlio terá que desbancar o médico Leonardo Ribeiro Albuquerque (PSD), o empresário Sebastião Mário Giraldelli, o Tato (PMDB), e até mesmo o seu vice Wilson Kishi (PDT).
Já o prefeito de Cáceres, Túlio Fontes (DEM) também lutará para voltar ao cargo em janeiro de 2013. Ele ficou em segundo lugar em número de votos em 2008 e só assumiu a prefeitura depois que Ricardo Henry (PP), irmão do secretário estadual de Saúde, Pedro Henry (PP), foi cassado por captação ilícita de sufrágio, abuso da máquina e do poder econômico pouco antes de tomar posse. Túlio terá que desbancar o médico Leonardo Ribeiro Albuquerque (PSD), o empresário Sebastião Mário Giraldelli, o Tato (PMDB), e até mesmo o seu vice Wilson Kishi (PDT).
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