Nos bastidores, há rumores de que Mendes teria proposto ao também empresário Dorileo Leal (PMDB), do Grupo Gazeta de Comunicação, para que o peemedebista seja o vice da chapa à sucessão municipal em 2012. Com as conversas adiantadas, Mendes resolveu procurar o PSD.
Numa demostração de que está aberto a “negociações”, independente das posições pessoais das lideranças que integram o grupo, ele tem dito que o movimento foi importante no ano passado, quando ele disputou, sem sucesso, o Paiaguás, mas que, agora, cabe a cada legenda fazer suas composições.
Em meio ao mal estar provocado pelas ações de Mendes, o deputado estadual Percival Muniz (PPS) também não esconde o seu descontentamento com o grupo devido à filiação de Adilton Sachetti no PDT nesta semana. Apesar de Sachetti, que já comandou Rondonópolis, garantir que não tem interesse na disputa, ele passou a integrar o novo partido dentro do prazo eleitoral que lhe dá o direito de concorrer à sucessão do prefeito Zé Carlos do Pátio (PMDB). Diante dos problemas internos, as lideranças tentam aparar as “arestas” e, por enquanto, asseguram a viabilidade do Movimento Mato Grosso Muito Mais.
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