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terça-feira, 27 de setembro de 2011

SORRISO MT:POLITICA SORRISO:Balanço mostra que 99% das agências estão fechadas em Cuiabá e VG


Da Redação
O Sindicato dos Bancários de Mato Grosso (Seeb/MT) divulgou balanço parcial da paralisação iniciada hoje (27). Das 89 agências existentes em Cuiabá e Várzea Grande, 88 estão fechadas. Apenas o Banco de Brasília (BRB), que fez proposta específica para seus funcionários, aprovada pela categoria, permanece aberta.
Agências de Sinop (500 km ao Norte da Capital), Arenápolis (345 km a Oeste da Capital) e São José do Rio Claro (315 km a Médio-Norte da Capital) registram 100% de adesão à greve nacional da categoria.
Em Cáceres (225 km a Oeste da Capital), apenas o Banco do Brasil do município não aderiu ao movimento. O Seeb/MT prevê que a partir de amanhã a adesão seja total em Cáceres.
No entanto, segundo informações do Só Notícias, as agências em Sorriso (420 km ao Norte da Capital) continuam funcionando normalmente. Por enquanto, não houve adesões. Segundo os bancários do município, está mantido o indicativo de greve. Eles aguardam o posicionamento do sindicato. Já em Lucas do Rio Verde, dos 8 bancos, 6 estão fechadas. Apenas as agências do Bradesco e do Santander não aderiram ao movimento grevista. Em Nova Mutum (264 km ao Norte da Capital), os bancários estão trabalhando normalmente hoje. Não há previsão de adesão.
Os bancários em Mato Grosso, descartaram, a proposta apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) que reajustava em 8% os salários. Eles reivindicam 12,8% e investimento em segurança, como a instalação de biombos, câmeras no prédio da agência, vidros blindados nas fachadas e portas giratórias. Lutam também por igualdade de oportunidade, aumento dos vales alimentação e refeição, e combate as terceirizações.
No Estado, são 282 agências e mais de 4,5 mil bancários. De acordo com a assessoria do Sindicato dos Bancários de Mato Grosso, o resultado da última negociação entre os funcionários e a Fenaban ocorrida na sexta-feira (23), não apresentou avanço, culminando na greve. 

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